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Exposição reúne sapatilhas icônicas estilizadas por Brigitte Bardot e Carla Bruni

- Atualizado: 27 Fevereiro 2016 | 07h 00

Em comemoração aos 60 anos do modelo Cendrillon, criado pela maison francesa Repetto, mostra traz criações inéditas de personalidades da moda, da música, das artes e do cinema

 

Brigitte Bardot usa as sapatilhas Cendrillon em cena do filme "E Deus criou a Mulher", de 1956.

Brigitte Bardot usa as sapatilhas Cendrillon em cena do filme "E Deus criou a Mulher", de 1956.

Uma exposição que comemora os 60 anos da Cendrillon, sapatilha clássica da Repetto, marca francesa de luxo inspirada no universo do balé, será aberta na próxima terça, 1º, no Museu de Belas Artes, em São Paulo. Batizada "Repetto Loves Art", a mostra conta com 22 sapatilhas assinadas por personalidades da moda, do cinema e da música. Entre os artistas que receberam o sapato branco para criarem à vontade, estão a atriz Brigitte Bardot, o estilista Jean Paul Gaultier e a cantora Carla Bruni. Há ainda colaborações de brasileiros, como o arquiteto Rodrigo Ohtake e o florista Vic Meirelles.

Repetto Loves Art
Divulgação
Brigitte Bardot

A sapatilha Cendrillon (que significa 'Cinderela') virou um clássico conhecido mundialmente após ser criado para o filme "E Deus criou a Mulher", estrelado por Brigitte Bardot, em 1956. As da foto foram estilizadas pela atriz para a mostra da Repetto.

 

Com curadoria de Dhora Costa, professora do Centro Universitário Belas Artes, a exibição também apresenta a linha cronólogica da Repetto, destacando os principais marcos da história da marca em vídeos, protótipos e imagens de acervo desde o primeiro modelo desenvolvido por Rose Repetto em 1947 para o filho, Roland Petit, que foi um importante bailarino da Ópera Nacional de Paris. A sapatilha Cendrillon (que significa 'Cinderela') virou um clássico conhecido mundialmente após ser criado para o filme "E Deus criou a Mulher", estrelado por Brigitte Bardot, em 1956. Um ano depois, também foi usada por Audrey Hepburn em "Cinderela em Paris".

 

Após a exposição, que fica em cartaz até o dia 19, as obras serão leiloadas e a renda será revertida para os bolsistas do Estúdio de Ballet Cisne Negro.

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