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Grupo Armani anuncia fim do uso de pele animal em suas coleções

- Atualizado: 22 Março 2016 | 13h 22

A decisão surge após anos de críticas e a partir de uma parceria com as organizações Fur Free Alliance e The Humane Society of The United States, e se estende a todas as marcas da empresa

Fila de modelo posam ao lado do estilista após desfile/comemoração em Milão

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O Grupo Armani anunciou na manhã desta terça-feira, 22, que vai abolir o uso de pele animal em suas coleções. A decisão surge após anos de críticas contra a grife, provenientes principalmente do PETA, e a partir de uma parceria com as organizações Fur Free Alliance e The Humane Society of The United States (HSUS). A partir das coleções de outono 2016/inverno 2017, as roupas das marcas Armani Privé, Giorgio Armani, Emporio Armani e Armani Exchange já não terão mais pele animal. 

 

"É com muito prazer que anuncio que o Grupo Armani estabeleceu um firme compromisso em abolir o uso de pele animal em nossas coleções", declarou o estilista Giorgio Armani em um comunicado divulgado pela HSUS. "O progresso tecnológico dos últimos anos nos permite ter uma série de alternativas que dispensam práticas cruéis e desnecessárias contra animais. Ao seguir os passos deste processo positivo que começou há anos, minha empresa está dando um passo enorme, o que reflete nossa atenção aos problemas críticos do meio-ambiente e dos animais."

Giorgio Armani celebra os 40 anos da marca
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O ator brasileiro Cauã Reymond e Giorgio Armani

A decisão de Armani vem um ano depois da grife Hugo Boss também anunciar que não vai usar mais pele em suas coleções. Agora, o estilista se une a outras marcas e designers como Calvin Klein, Tommy Hilfiger, Stella McCartney e Ralph Lauren, que cada vez mais buscam alternativas à pele animal.

 

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