1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Quando a moda se apropria da arte

Moda e arte se unem de maneira forte econsistente criando uma tendência que tomou conta das ruas e passarelas

Paula Martins

Paula Martins
@LD_lookdodia

Paula Martins é jornalista e estilista, formada na escola francesa ESMOD, dá consultoria, cursos e palestras sobre a área e atuando como personal stylist. Possui também o Blog LOOKDODIA.

Reprodução / Montagem Vanessa Yumi
No street style os looks combinam referências de vários artistas.

Os movimentos de moda a cada nova estação  quase nunca acontecem de forma unilateral e solitária. A música, a arte e qualquer manifestação do cotidiano das pessoas servem de inspiração para os estilistas que bebem dessa fonte para criar suas coleções. Foi no final dos anos 60 com a POP ART de Andy Warhol que esse encontro teve um inicio pontual. A massificação da arte proporcionou a entrada da moda tornando essa parceria um sucesso que vem pontuando as semanas de moda tanto nacionais como internacionais.

Divulgação
Phoebe Philo se inspirou em vários artistas para o seu verão na Céline

A pergunta é: Como adaptar todas essas informações e criar roupas que despertem desejo e se tornem tendências? É aí que entra o talento e a necessidade de cada marca em conhecer seu próprio público para escolher quais características artísticas irão apostar em suas peças. 

Para esse verão, a expressão ARTSY, sintetizou bem essa parceria. Diferentemente de abordagens anteriores, agora, a arte se apresenta de forma literal, sem restrição, sem inibição e muito menos pudor de mostrar exatamente as obras como elas são em cada peça de roupa. As estampas e cores têm características bem urbanas em modelagens de silhueta contemporânea tanto numa moda conceitual como em looks casuais e que podem ser usados no nosso dia - a - dia mostrando força e garantindo uma vida longa no mundo fashion.

Divulgação
Karl Lagerfeld fez de seu desfile uma galeria de arte

Phoebe Philo da Céline foi quem inaugurou o mood. Inspirada em um misto de artistas, como Yves Klein,  Brassaï, os expressionistas alemães e na street art. Karl Lagerfeld também entrou no clima e foi ainda mais longe -com sua galeria Chanel em pleno Grand Palais - e o clássico tweed em versão arco-íris. A brasileira Triton foi uma das nacionais que apostaram na tendência, com grafismos fresh para o verão brasileiro.

Como escolher em que investir quando o assunto é moda e arte? Essa é uma manifestação bem pessoal por isso é importante conhecer um pouco das obras que foram representadas nas roupas para poder ter um olhar crítico unindo estética e valor numa mesma compra! 

Divulgação
A brasileira Triton entrou no clima com grafismos

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo